Sexta-feira, 10 de Julho de 2009
Vergonha Nacional.
A revista britânica The Economist diz na edição que chegou às bancas nesta sexta-feira que os escândalos do Senado brasileiro são um lembrete das falhas cometidas por aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da "disposição de Lula em fechar os olhos para escândalos quando lhe convém".
O artigo é intitulado "Casa dos Horrores", em uma referência ao Senado, "que tem 81 membros mas, de algum modo, requer quase 10 mil funcionários para cuidar deles". Muitos dos funcionários da Casa, segundo a revista, "foram apontados como favores a amigos dos senadores ou simpatizantes políticos".
A revista comenta a pressão sobre o presidente do Senado, José Sarney, por conta do escândalo. Sarney é aliado de Lula, afirma o artigo, e o presidente estaria interessado no apoio do PMDB - Partido de Sarney - para a provável candidatura de Dilma Rousseff pelo PT.
"Muitos senadores, de todo o espectro político, cometeram erros. Quando o líder do opositor PSDB foi passear em Paris, por exemplo, o Senado pagou a conta do hotel. (Ele diz que foi um 'empréstimo'). Então parece injusto que Sarney seja o único pressionado a renunciar", diz a Economist.
"Mas ele também não pode se dizer ignorante sobre o que se passava no Senado. Este é seu terceiro mandato como presidente. Durante um período anterior, ele apontou Agaciel Maia (chefe da administração do Senado) para sua lucrativa posição."
O artigo ainda comenta outros deslizes de José Sarney, mas afirma que ele é "um sobrevivente" e "provavelmente vai manter seu posto", justamente por ainda ter poder dentro do PMDB e ser aliado de Lula.
"Lula disse que Sarney merece mais respeito e culpou a imprensa por inflar o escândalo. Mas no momento em que a economia está apenas emergindo de uma recessão, a saga dos 'atos secretos' lembra os brasileiros que seus políticos nunca impõem austeridade a si mesmos", afirma a Economist.
Não consegui achar outra foto que retratasse o cenário politico brasileiro atualmente.
Sinto uma vergonha grande de tudo que está acontecendo, principalmente do que Sarney está fazendo "DE NOVO" com o país. São escandalos politicos semanais, um pior que outro, se fosse abrir uma CPI para cada um, não teriamos quórum para tantas CPI´s.
E pior é ouvir o Lula , viajando para variar, falando que é uma guerrinha interna de opiniões, que não tem crise no senado. Sua capacidade de jogar a poeira debaixo do tapete é imensa, porém essa poeira quando é grande, fica dificil esconder, o que de fato está acontecendo.
Lembram do Mensalão? Nosso Presidente disse que não tinha nada.
Lembram do Escandalo do dinheiro na Cueca? Lula não viu nada.
Lembram do caso Palocci - Caseiro? Lula não achou nenhuma anormalidade.
Lembram do começo da Crise Economica? Lula disse que não seriamos afetados e seria apenas uma marolinha.
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Agora o do Sarney, que há menos de 20 anos, Lula o chamava de Coronel do Maranhão, agora é aliado político, e fecha os olhos para o que Sarney está fazendo.
Até quando vamos com isso?
Está tornando conhecimento do mundo inteiro a capacidade de nosso presidente esconder escandalos politicos, o que nos deixa mais envergonhados.
Ah, e outra, no twitter surgiu a onda , #ForaSarney, que seria um "movimento" pela queda de Sarney. Convenhamos, protesto virtual não tem força em qualquer lugar do mundo. Precisamos sair de nossas confortáveis cadeiras e protestar nas ruas, assim quem sabe teremos algum resultado.
Afinal, foram as ruas, para derrubar Collor. Porque não podemos ir as ruas para derrubar Sarney?
Quinta-feira, 9 de Julho de 2009
Eu morro e não vejo tudo.
Até que ponto vale você tentar ser malandrão para tirar vantagem de algo ou de alguém?
O rapaz desse vídeo tentou ser malandrão e não pagar um "programa" a garota, e olhem no que deu.
Não sairia mais barato que essa exposição em TV Aberta?
Como diz a apresentadora do telejornal, eu morro e não vejo tudo.
Quarta-feira, 8 de Julho de 2009
Bruce Lee Jogando Ping Pong
Dizem ser um dos raros momentos de folga em um set de filmagem de Bruce Lee, jogando ping pong.
Não perde uma hein Lee?
Fico curioso para saber como Chuck Norris jogaria Ping Pong.
Sexta-feira, 3 de Julho de 2009
Capa do filme O Soberano foi escolhida
Nos últimos anos, alguns times de futebol, querendo dar um upgrade em suas receitas, e aproveitar o potencial de consumo de seus torcedores, resolveram fazer filmes a respeito de sua história.
Foi assim com Corinthians, Flamengo e agora o São Paulo promete lançar contando a história de seus 6 titulos brasileiro.
O Filme, Único hexa-campeão do país do futebol. Tricampeão da Libertadores. Três vezes o melhor time do mundo. O hino já apontava, o presente confirma: dentre os grandes, és o primeiro. O São Paulo não chegou aos píncaros da glória sozinho. De 1977 a 2008, mudaram os jogadores, dirigentes e técnicos. Ficou o pilar da força tricolor: sua torcida. Os filhos que começavam a ir ao Morumbi naquele primeiro e longínquo título hoje são os pais que levam os filhos. Sempre com a mesma voz, a mesma torcida, um só grito e destino: “vamos, São Paulo, vamos ser campeões”. Eles foram. São. E continuarão sendo.
SOBERANO – SEIS VEZES SÃO PAULO é um documentário longa-metragem que revive a trajetória dos seis títulos nacionais de um ponto de vista muito especial: o do torcedor. Feito por uma equipe de tricolores apaixonados, o filme levará aos cinemas do Brasil as imagens inesquecíveis e aquelas que jamais foram vistas; os depoimentos reveladores dos craques que conduziram o time às suas conquistas e as histórias impagáveis da torcida que não pára de crescer. Feito por, para e com são-paulinos, SOBERANO não quer apenas contar uma história, mas reviver nas telas a glória e felicidade sublimes de todos aqueles que vivem com o time mais vencedor de todos os tempos.
A capa escolhida:
Quinta-feira, 2 de Julho de 2009
Quem vai pagar a conta do IPI?
O governo anunciou que vai manter a redução do IPI para automovéis até o final do ano, com aumento gradativo nos ultimos meses.
IPI é o imposto que incide sobre produtos industrializados, nacionais e estrangeiros. Suas disposições estão regulamentadas pelo Decreto 4.544 de 2002 (RIPI/2002).
O campo de incidência do imposto abrange todos os produtos com alíquota, ainda que zero, relacionados na Tabela de Incidência do IPI (TIPI), observadas as disposições contidas nas respectivas notas complementares, excluídos aqueles a que corresponde a notação "NT" (não-tributado).
Com isso o governo tenta manter as vendas de automóveis alta e asism aumentar o dinheiro em circulação, em tempos de crise. Também abaixou o IPI da linha branca (eletrodomésticos de primeira necessidade, como fogão, geladeira).
O problema que o governo diminui impostos para incentivar a compra de veiculos, e um dia depois do anuncio da manutenção da baixa do imposto, os pedágios aumentam 10%. Ou seja, mais carros na rua, maior cobrança de pedágio. E a maioria das praças de pedágio hoje são privatizadas, ou seja, o setor privado ganhando duas vezes.
Isso não soa estranho para uma esquerda que foi as ruas contra antigas privatizações? E que é TOTALMENTE contra a privatização da maquina eleitoral (leia se cabide de emprego), chamada Petrobrás.
Mas quero chegar mais além. Com a redução do IPI o governo deixa de ter receita, o que ele receberia com os impostos não receberá mais, óbvio que uma atitude louvável em tempos de crise, porém, uma hora o governo vai precisar reaver esse dinheiro, certo?
E como será isso? Logicamente através de sobre taxação e criação de novos impostos, correto?
Continuando o raciocínio, ano que vem é ano eleitoral, e obviamente não vão criar impostos ou sobretaxar nada pois isso geraria um mal estar com a "opinião pública" que é muito importante em ano eleitoral.
Então, imagina aonde estourará a crise da arrecadação do estado?´
Óbvio, no colo do próximo presidente (a).
Quarta-feira, 1 de Julho de 2009
15 anos da Moeda Real.
Nesta quarta-feira, uma das moedas mais fortes e estáveis do mundo. O Real. Que veio junto com o pacote do plano real.
Aliás, vamos a um pouco da história de nossa moeda.
Plano Real foi um programa brasileiro de estabilização econômica, iniciado oficialmente em 27 de fevereiro de 1994 com a publicação da Medida Provisória nº 434 no Diário Oficial da União. Tal Medida Provisória instituiu a Unidade Real de Valor (URV), estabeleceu regras de conversão e uso de valores monetários, iniciou a desindexação da economia, e determinou o lançamento de uma nova moeda, o Real.
O programa foi o mais amplo plano econômico já realizado no Brasil, e tinha como objetivo principal o controle da hiperinflação que assolava o país. Utilizou-se de diversos instrumentos econômicos e políticos para a redução da inflação que chegou a 46,58% só em junho de 1994, época do lançamento da nova moeda. A idealização do projeto, a elaboração das medidas do governo e a execução das reformas econômica e monetária contaram com a contribuição de vários economistas, reunidos pelo então Ministro da Fazenda Fernando Henrique Cardoso.
O presidente Itamar Franco, oficialmente responsável pelo Plano Real, autorizou que os trabalhos se dessem de maneira irrestrita e na máxima extensão necessária ao seu êxito, o que tornou o Ministro da Fazenda no homem mais forte e poderoso de seu governo, e no seu candidato natural à sua sucessão. Assim, Fernando Henrique Cardoso elegeu-se Presidente do Brasil em outubro do mesmo ano.
O Plano Real mostrou-se nos meses e anos seguintes o plano de estabilização econômica mais eficaz da história, reduzindo a inflação (objetivo principal), ampliando o poder de compra da população, e remodelando os setores econômicos nacionais
Aqui jaz a moeda que acumulou, de julho de 1965 a junho de 1994, uma inflação de 1,1 quatrilhão por cento. Sim, inflação de 16 dígitos, em três décadas. Ou precisamente, um IGP-DI de 1.142.332.741.811.850%. Dá para decorar? Perdemos a noção disso porque realizamos quatro reformas monetárias no período e em cada uma delas deletamos três dígitos da moeda nacional. Um descarte de 12 dígitos no período. Caso único no mundo, desde a hiperinflação alemã dos anos 20.
Joelmir Beting
História
Em 19 de maio de 1993 Fernando Henrique Cardoso, vulgarmente dito “pai do Real”, assumiu o cargo de Ministro da Fazenda do Presidente Itamar Franco, assumindo perante o país o compromisso de acabar com a inflação, ou pelo menos reduzi-la. Já na época havia uma forte corrente contra o processo inflacionário, iniciada anos antes, no governo de José Sarney. Vem dessa época, inclusive, o prestígio do novo ministro. Fernando Henrique era sociólogo de renome no Brasil e no exterior, e tinha ocupado o cargo de Ministro das Relações Exteriores. O novo ministro foi então recebido com entusiasmo, pois refletia uma possibilidade real de solução dos problemas, principalmente devido à sua capacidade intelectual e conhecimento social em nível global.
Em 1º de agosto de 1993, o ministro promoveu a sétima mudança de moeda do Brasil, de Cruzeiro para Cruzeiro Real, para efeito de ajuste de valores. A intenção do governo era repetir mais uma vez a prática de “cortar três zeros”, porém, no mesmo mês de lançamento do Cruzeiro Real a inflação foi de 33,53%, e em janeiro de 1994, de 42,19%.
A partir de 28 de fevereiro de 1994, como efeito da Medida Provisória nº 434, iniciou-se a publicação dos valores diários da Unidade Real de Valos (URV) pelo Banco Central. A URV serviria como moeda escritural para todas as transações econômicas, com conversão obrigatória de valores, e refletiria o valor, e portanto, a inflação do dólar. Negou-se à época que o Brasil estivesse sob um processo de dolarização. A MP nº 343 foi reeditada pelas MPs nº 482 e nº 457, e transformada posteriormente nas leis nº 8.880 e nº 9.069.
A partir de 1º de março de 1994, passou a vigorar a Emenda Constitucional nº 10, que criou o Fundo Social de Emergência (FSE) considerado essencial para o êxito do plano. A emenda produziu a desvinculação de verbas do orçamento da União, direcionando os recursos para o fundo, que daria ao governo margem para remanejar e/ou cortar gastos supérfluos. Os gastos do governo contribuíam grandemente para a hiperinflação, uma vez que a máquina do Estado brasileiro era grande, dispendiosa e ávida por mais investimentos. Poucas horas antes, o Ministro FHC foi à televisão e, em pronunciamento oficial em rede nacional, deu um ultimato ao Congresso Nacional para que aprovasse a emenda à Constituição Federal.[7]
Em 1º de julho de 1994 houve a culminância do programa de estabilização, com o lançamento da nova moeda, o Real (R$). Toda a base monetária brasileira foi trocada de acordo com a paridade legalmente estabelecida: CR$2.750,00 para cada R$1,00.[8] A inflação acumulada até julho foi de 815,60%, e a primeira inflação registrada sob efeito da nova moeda foi de 6,08%, mínima recorde em muitos anos.
O resultado positivo do Plano Real tem influenciado a política econômica brasileira desde então
Segunda versão da história do plano
Uma segunda versão dá conta de que o Plano Real teria sido implantado em 3 etapas, a saber:
Período de equilíbrio das contas públicas, com redução de despesas e aumento de receitas, e isto teria ocorrido nos anos de 1993 e 1994;
Criação da URV para preservar o poder de compra da massa salarial, evitando medidas de choque como confisco de poupança e quebra de contratos;
Lançamento do Real, que manteria toda a política econômica e a inflação em níveis baixos.
Contudo, a demanda por políticas antiinflacionárias já estava presente desde outros governos e FHC somente assumiu o Ministério da Fazenda em meados de 1993, deixando-o em menos de um ano, o que torna improvável a execução das três etapas em tão pouco tempo. Um funcionário da Casa da Moeda, responsável pelo projeto artístico da empresa, relatou a uma revista que o primeiro comunicado sobre uma outra nova moeda foi feito em novembro de 1993, e a sua produção se iniciou em janeiro de 1994, estabelecendo um recorde. Tal fato também reforça a teoria de que o lançamento da nova moeda foi apressado para ter efeitos eleitorais, e que o Plano Real tenha sido idealizado entre setembro de 1993 (época da primeira inflação na novíssima moeda, lançada em agosto) e julho de 1994 (lançamento do Real).
Principais Medidas
O programa brasileiro de estabilização econômica seguiu as seguintes linhas mestras (com efeito sinérgico):
Desindexação da economia
Medida Adotada: O ajuste e reajuste de preços e valores passaram a ser anualizados e obedeceriam as planilhas de custo de produção.
Justificativa: Era necessário interromper o ciclo vicioso de corrigir valores futuros pela inflação passada, em curtos períodos de tempo. Essa atitude agravava a inflação, tornando-a cada vez maior. Era comum acontecer remarcação de preços várias vezes num mesmo dia.
Privatizações
Medida Adotada: A troca na propriedade de grandes empresas brasileiras eliminou a obrigação pública de financiar investimentos (que causam inflação se for feito pelo governo) e possibilitou a modernização de tais empresas (sob controle estatal havia barreiras impeditivas para tal progresso).
Justificativa: A iniciativa privada tem meios próprios de financiar os investimentos das empresas, e isto não produz inflação, e sim, desenvolvimento, porque não envolve o orçamento do governo. Este deve alocar recursos para outras áreas importantes. E ainda, na iniciativa privada não há as regras administrativas orçamentárias e licitatórias, que prejudicam a produção das empresas e a concorrência.
Equilíbrio fiscal
Medida Adotada: Corte de despesas e aumento de cinco pontos percentuais em todos os impostos federais.
Justificativa: A máquina administrativa brasileira era muito grande e consumia muito dinheiro para funcionar. Havia somente no âmbito federal 100 autarquias, 40 fundações, 20 empresas públicas (sem contar as empresas estatais), além de 2 mil cargos públicos com denominações imprecisas, atribuições mal definidas e remunerações díspares.[9] Como o país não produzia o suficiente, decidiu-se pelo ajuste fiscal, o que incluiu cortes em investimentos, gastos públicos e demissões. Durante o governo FHC, aproximadamente 20 mil pessoas foram demitidas do governo federal.
Abertura econômica
Medida Adotada: Redução gradual de tarifas de importação e facilitação da prestação de serviços internacionais.
Justificativa: Havia temor de que o excesso de demanda por produtos e serviços causasse a remarcação de preços, pressionando a inflação. Existia também a necessidade de forçar o aperfeiçoamento da indústria nacional, o que permitiria o aumento da produção no longo prazo, e essa oferta de produtos tenderia a baixar a inflação.
Contingenciamento
Medida Adotada: Manutenção do câmbio artificialmente valorizado.
Justificativa: Com efeito da valorização do Real, esperava-se um aumento das importações, com aumento da oferta de produtos e aperfeiçoamento da indústria nacional.
Políticas monetárias restritivas
Medida Adotada: Aumento da taxa básica de juros e da taxa de depósito compulsório dos bancos. Justificativa: A taxa de juros teve inicialmente dois propósitos: financiar os gastos públicos excedentes até que se atingisse o equilíbrio fiscal, e reduzir a pressão por financiamentos, considerados agentes inflacionários. Os financiamento chegaram ter o prazo de quitação regulado pelo governo.
O compulsório dos bancos teve o propósito de reduzir a quantidade de dinheiro disponível para empréstimos e financiamentos dos bancos, uma vez que são obrigados a recolher compulsoriamente uma parte dos valores ao Banco Central.
Efeitos imediatos
O efeito regulador do Plano Real foi imediato e muito positivo em seu propósito. A inflação calculada sobre a URV nos meses de sua vigência (abril a junho) ficou em torno de 3%, enquanto que a inflação em Cruzeiros Reais (CR$) foi de cerca de 190%. Até o início da circulação do Real (R$), em 1º de julho de 1994, a inflação acumulada foi de 763,12% (no ano) e 5.153,50% (nos últimos 12 meses).
A inflação que antes, consumia o poder aquisitivo da população brasileira, impedindo que as pessoas permanecessem com o dinheiro por muito tempo, principalmente entre o banco e o supermercado, estava agora controlada. O efeito imediato, e mais notável do Plano Real, foi a aposentadoria da máquina-símbolo da inflação, a “remarcadora de preços do supermercado” presente no comércio.[carece de fontes?]
Também se considera como efeito direto do plano a vitória do candidato do governo, Fernando Henrique (PSDB-SP), nas eleições presidenciais de 1994.
Crises Econômicas
O Plano Real, sob o comando de Fernando Henrique Cardoso, enfrentou três grandes crises mundiais: a Crise do México (1995), a Crise Asiática (1997-1998) e a Crise da Rússia (1999). Em todas essas ocasiões o Brasil foi afetado diretamente, pois estava em reformas e necessitava de recursos, investimentos e financiamentos estrangeiros. Grandes somas de dinheiro deixaram o país devido ao medo que os investidores tinham com os mercados emergentes, o que agravou sensivelmente a situação brasileira.
A crise produziu um grande movimento de fuga de recursos do Brasil, deixando-o sem meios de financiar seu plano de estabilização. Diante dessa situação, o governo viu-se obrigado a aumentar a taxa básica de juros para remunerar melhor esses capitais, impedindo-os de deixar o país. A taxa de juros do Brasil chegou a 45% ao ano em março de 1999. Como conseqüência, houve maior endividamento público, mais cortes de gastos públicos, retração de alguns setores da economia e desemprego.
Outras crises menores também prejudicaram o processo de estabilização econômica do Brasil, tais como a Crise da Argentina (2001), a Crise de 11 de setembro (2001), a Crise Eleitoral (2002) e a Crise do Apagão (2001). Esta última teve a causa ligada diretamente ao Plano Real,[carece de fontes?] uma vez que houve ampliação do poder de compra da população, aumento do consumo, aumento da produção (que geram consumo de energia elétrica), e redução dos investimentos públicos no setor (como parte do programa de estabilização econômica).
Efeitos em longo prazo
Os efeitos em longo prazo esperado à época do lançamento do Plano Real foram:
- Manutenção de baixas taxas inflacionárias e referências reais de valores;
- Aumento do poder aquisitivo das famílias brasileiras;
- Modernização do parque industrial brasileiro;
- Crescimento econômico com geração de empregos.
Moeda.
O Real é a moeda corrente no Brasil. Após sucessivas trocas monetárias (réis, cruzeiro, cruzeiro novo, cruzado, cruzado novo, novamente cruzeiro e cruzeiro real), o Brasil adotou o real em 1994, que, aliado à drástica queda das taxas de inflação, constituiu uma moeda estável para o país. Foi implantado no mandato do presidente Itamar Franco, sob o comando do então ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, depois eleito presidente da República.
Histórico
A moeda foi criada pelo Plano Real em regime cambial fixo em relação a um conjunto de moedas liderado pelo dólar americano. Nessa época, algumas lojas em diversas cidades norte-americanas aceitam o real, já que este tinha o mesmo valor que o dólar americano. Isto significava que o Real tinha um teto e um piso previamente definido para que o valor da moeda flutuasse. Caso a cotação chegasse ao teto, o Governo se comprometia a vender dólares e forçar queda de cotação. O inverso acontecia quando a cotação atingia o piso. Contudo, surpreendendo muitos, o Real valorizou-se logo após ser lançado; em um processo que beneficiou pessoas que ao mesmo tempo decidiam quanto à valorização do Real e jogavam no mercado financeiro em posições cambiais.
Em janeiro de 1999, entretanto, uma crise financeira fez com que o Banco Central do Brasil determinasse que a moeda deixasse de ter câmbio fixo e passasse a ter um câmbio flutuante, ou seja, sem o compromisso do governo de manter uma cotação máxima ou mínima.
O Real atingiu sua cotação máxima no dia 31 de março de 1995, quando um real chegou a valer 1,20 dólar (dólar comercial). Sua cotação mínima foi no fim do ano de 2002, quando um real era cotado a 0,25 dólar. No dia 27 de abril de 2006, um real era trocado por 0,48 dólar. No dia 21 de abril de 2007, um real valia 0,57 dólar. No dia 29 de maio de 2008, um real equivalia a 0,61 dólar, já em 5 de dezembro o mesmo um real comprava 0,40 dólar.
Cédulas

Conversão para moedas anteriores
Pode-se ter uma idéia da hiperinflação brasileira ao converter o real (atual) para o real da época do Império: 1 real atual seria equivalente a 2750 (conversão para cruzeiro real) x 1000 (conversão para cruzeiro) x 1 (conversão para cruzado novo) x 1000 (conversão para cruzado) x 1000 (conversão para cruzeiro novo) x 1000 (conversão para cruzeiro) x 1000 (conversão para real) = 2.750.000.000.000.000.000 (Dois sextilhões e 750 quintilhões) de réis [2] ou 2.750.000.000.000:000$000 (Dois trilhões e 750 bilhões de contos de réis).
Fonte: Wikipédia
Alguns não lembram, mas todas votações do plano real, o Partido dos Trabalhadores votaram contra em todas as propostas. Nas eleições presidenciais em 1994 e 1998 mostrava queimando uma cédula de R$ 1, desabonando o plano do governo, no caso PSDB.
Agora colhe os louros do plano dizendo que o Brasil cresceu na gestão do PT, esquecendo o termo "longo prazo", proposto pelo plano real. Claro que Lula tem sua participação, mas esquecer as origens e todo o proposto do plano, é complicado.
Sexta-feira, 26 de Junho de 2009
Corrupção de longa data.
Mas um icone que se vai.

Essa semana terminou com a noticia da morte de um icone da música pop, Michael Jackson.
Não resistiu a uma parada cardiaca e acabou falecendo ontem, dia 25/06 as 16 hrs, horario de Brasilia.
Estranho que ninguém ainda acredita na morte do mesmo, pensam em jogada de marketing, estratégia, ou aquela velha lenda de "não morreu, é apenas para viver em paz, em algum lugar escondido no mundo" como existe as teorias do Elvis, Rei do Rock.
Eu não era um fã do Michael Jackson, porém não podemos negar que o cara revolucionou o mercado fonográfico e musical do mundo. Vendeu 750 milhões de discos em sua carreira, emplacou 7 músicas, de 9 do cd Thriller na parada de sucesso dos EUA. Também começou com ele os curtas feitos para músicas, conhecido como clipes. Ah, não podemos esquecer também da dança do mesmo, que motivou milhões de dançarinos no mundo e começou a febre do street dance.
Excentrico que só, construiu um parque em um sitio, chamado de neverland, teve sua carreira manchada com escandalos como abuso de crianças e outras coisas. Excentricidade era seu sobrenome.
Com o sucesso, dinheiro veio as loucuras, como as várias plásticas feitas para corrigir nariz, olhos, boxexa, além de sua cor, que inicialmente era negra, porém nos ultimos anos estava quase albino, mas facilmente explicado pelos assessores dele, como vitiligo.
Estamos diante da morte de um icone, outra pessoa não venderá como ele na história moderna deste mundo. Pra ter se uma idéia da grandeza de Michael, se você consultar no Google, o nome dele, terá cerca de 79 milhões de links associados, Beatles vem em segundo com 61 milhões, Elvis Presley em terceiro com 17 milhões, e Madona com pouco mais de 9 Milhões.
Essa madrugada o mecanismo do Google, conhecido por todos pela sua praticidade, efiência e rapidez travou devido a enorme procura pelo nome Michael Jackson, teremos ondas de spam com virus tentando aproveitar de tal fato dizendo ter fotos da morte de Jackson, ou do velório.
A repercussão será enorme, teorias serão inventadas, lendas criadas, porém o icone do Pop se foi, cedo, claro, mas foi deixando um legado enorme para a atual geração, e exemplos do que fazer, e não fazer com sua carreira, Michael era cheio de manias, algumas loucuras, mesmo assim morreu com 50 anos como o Rei da música Pop.
Abaixo vou listar alguns de vários clipes que gosto do Michael Jackson.
Quinta-feira, 25 de Junho de 2009
Caricaturas...
Sempre gostei de caricaturas, as famosas são mundialmente conhecidas, e acho que os artistas que fazem esse tipo de desenho os melhores, pois consegue exaltar algo da pessoa, com um toque de humor, mas nada ridículo.
Lembro uma vez, que achei um caricaturista, desenhando na rua, e vc pagava para ele fazer o retrato seu, porém demorava em torno de 40 minutos o desenho e tinha uns 2 3 na fila. Como eu tava com o tempo contado não deu, uma pena, pois tenho vontade de ter uma caricatura minha.
Abaixo algumas desse bom genêro artistico..















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